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Logo da marca Casa Perini Casa Perini Espumante Erick Jacquin Brut

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Perini Espumante Erick Jacquin Brut - Casa Perini - Espumantes do Sul

Casa Perini Espumante Erick Jacquin Brut

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Perini Espumante Erick Jacquin Brut

Visual

Coloração amarelo palha com reflexos esverdeados. Perlage intenso e persistente com boa formação de coroa de espuma.

Aromas

Intenso e rico, com notas de abacaxi, ameixa amarela, pêras, maçãs secas, macadâmia e amêndoas.

Paladar

Agradavelmente marcante, com boa acidez, volume e cremosidade. Final de longa persistência com retrogosto aveludado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Perini Espumante Erick Jacquin Brut

Tipo Espumante Brut
Método Charmat
Uvas
  • Chardonnay
Região Vale Trentino – Farroupilha/RS – Brasil
Volume 750ml
Temperatura 6 a 8°C
Harmonização
  • Oleaginosas
  • Frutos secos
  • Queijos e fiambres
  • Peixes
  • Carnes brancas
  • Fondue
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Perini Espumante Erick Jacquin Brut

Este espumante Brut de Chardonnay é uma celebração de frescor e complexidade, apresentando uma cor amarelo palha com delicados reflexos esverdeados e um perlage intenso e persistente. Na taça, revela aromas ricos e vibrantes, onde notas de abacaxi, ameixa amarela, pêra e maçã seca se entrelaçam com toques de macadâmia e amêndoa. Em boca, o vinho é agradavelmente marcante, equilibrando uma acidez refrescante com volume e cremosidade, culminando em um final de longa persistência e retrogosto aveludado.

Sua elaboração é marcada pelo método Charmat, que permite capturar a máxima expressão aromática da uva Chardonnay. Após a fermentação, o espumante passa por um período de contato com as borras, o que lhe confere o estilo "Charmat Longo", enriquecendo sua estrutura e complexidade. Este processo artesanal garante que o vinho mantenha um perfil de frescor e delicadeza, ideal para ser apreciado em momentos de celebração.

Nascido no Vale Trentino – Farroupilha, no Rio Grande do Sul, o rótulo Casa Perini Espumante Erick Jacquin é o resultado de uma parceria que une a tradição vinícola à sofisticação gastronômica. É um espumante versátil, perfeito para elevar qualquer ocasião especial, seja em um brinde de primavera, um almoço de verão ou em momentos de recepção. Harmoniza de maneira elegante com queijos, frutos secos, peixes e carnes brancas levemente temperadas.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Espumante Erick Jacquin por Casa Perini. 
A Casa Perini, anuncia o lançamento de um espumante exclusivo em parceria com o chef Érick Jacquin.  Este lançamento representa o primeiro rótulo brasileiro desenvolvido com a colaboração do chef, trazendo uma nova e sofisticada experiência para os apreciadores de espumantes.

Tipo: Espumante Natural Branco Brut 

Varietal: Chardonnay

Terroir: Vale Trentino – Farroupilha/RS – Brasil

Produtor: Casa Perini 

País: Brasil

Safra: Consulte

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 12%

Temperatura de serviço: 6 a 8°C.

Análise Sensorial

Visual: coloração amarelo palha com reflexos esverdeados. Possui perlage intenso e persistente com boa formação de coroa de espuma.
Olfativo: Aspecto olfativo: aroma intenso e rico. Notas de frutas como abacaxi, ameixa amarela, pêras e maçãs secas; além de nuances de macadâmia e amêndoas.
Gustativo: Aspecto gustativo: em boca é agradavelmente marcante, com boa acidez, volume e cremosidade. O final é de longa persistência com retrogosto aveludado.

Harmonização: Oleaginosas, frutos secos, queijos e fiambres de cura média. Peixes e carnes brancas com temperos a base de ervas ou molhos de intensidade moderada como bechamel, ou de azeite de oliva com vinho branco. Fondue e carne vermelha pouco condimentada.

Viticultura: Solo argilo-arenoso, vinhedos formados com mudas certificadas. Densidade de plantio de 3.500 plantas por hectare. Produção por hectare de 8 toneladas. Colheita manual. Sistema de condução em espaldeiras. 

Vinificação vinho base: seleção manual e prensagem direta dos cachos inteiros. Fermentação com leveduras selecionadas e temperatura controlada de 16°C. O vinho base é composto 100% pela variedade Chardonnay. A tomada de espuma é realizada pelo método Charmat. Após a segunda fermentação, o espumante permanece por 4 meses em contato com as borras, o que faz dele um espumante do estilo Charmat Longo.

A vinícola

Sobre a Casa Perini


A Vinícola Casa Perini é uma referência no Vale Trentino, em Farroupilha, desde 1929, quando João Perini, filho de imigrantes italianos, começou a produzir vinhos no porão de sua casa. Desde então, evoluiu para uma super cooperativa familiar, aliando tradição, tecnologia moderna e profundo respeito ao meio ambiente.

A marca se destaca pela qualidade de seus vinhos e espumantes premiados, com destaque mundial para o Espumante Casa Perini Moscatel, eleito um dos melhores do mundo na sua categoria. A linha Vintage — que inclui Brut, Rosé de Noir, Blanc de Blanc, Blanc de Noir e Moscatel — oferece experiências sensoriais refinadas, com borbulhas delicadas e perfil aromático complexo. A produção geodésica e o uso de madeira em vinhos diferenciados, como o Brut Barriqué de Chardonnay, realçam sabores como baunilha e frutas secas.

Além dos produtos, a Casa Perini proporciona vivências completas em seu complexo: tours guiados, degustações premium, restaurante Beatrice by Q, piqueniques, bike tours e experiências personalizadas. É o encontro da tradição familiar, inovação enológica e hospitalidade serrana, perfeito para quem busca sabor, cultura e conexão com a Serra Gaúcha.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).