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Logo da marca Casa Perini Casa Perini Black Safira Espumante Extra Brut

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Elaborado pela Casa Perini no Vale Trentino, em Farroupilha, este espumante Extra Brut 100% Chardonnay revela a sofisticação do método Charmat Longo, com seis meses de contato com as borras. O resultado é um vinho estruturado e de excelente complexidade, que une notas frutadas e sutis nuances de panificação a um final longo e amanteigado. É a escolha perfeita para acompanhar refeições memoráveis e celebrar os melhores momentos.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Perini Black Safira Espumante Extra Brut

Casa Perini Black Safira Espumante Extra Brut

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Perini Black Safira Espumante Extra Brut

Visual

Coloração amarelo palha com reflexos esverdeados e perlage intenso e persistente com boa formação de coroa de espuma.

Aromas

Perfil predominantemente frutado com notas de abacaxi, pera, maçã seca e fundo de avelã, evoluindo para notas sutis de pão fresco.

Paladar

Entrada agradável e fresca, com acidez moderada que equilibra sem agredir, bom volume e untuosidade que dá corpo ao conjunto. Final longo com retrogosto amanteigado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Perini Black Safira Espumante Extra Brut

Tipo Espumante Extra Brut
Método Charmat Longo
Uvas
  • Chardonnay
Região Vale Trentino – Farroupilha/RS – Brasil
Volume 750ml
Temperatura 6 °C a 8 °C
Harmonização
  • Castanhas, nozes e amêndoas torradas
  • Queijos e fiambres de cura média
  • Peixes e carnes brancas com molhos moderados
  • Galeto ao primo canto
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Celebração
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Perini Black Safira Espumante Extra Brut

O Espumante Casa Perini Black Safira Extra Brut revela uma bela coloração amarelo palha com reflexos esverdeados e um perlage intenso e persistente. No nariz, apresenta aromas finos e predominantemente frutados, com notas de abacaxi, pera e maçã seca, além de um toque sutil de avelã e nuances de pão fresco. Em boca, oferece uma entrada agradável e fresca, marcada por acidez equilibrada, boa cremosidade e um final longo com retrogosto amanteigado, revelando um perfil estruturado e gastronômico.

Elaborado exclusivamente com uvas da variedade Chardonnay, este espumante segue o método Charmat Longo, permanecendo em contato com as leveduras por seis meses em tanques pressurizados. Esse tempo prolongado sobre as borras é o grande diferencial técnico que confere ao rótulo sua textura untuosa, corpo elegante e as delicadas notas de panificação, resultando em um espumante seco e refinado, com excelente harmonia entre frescor e complexidade.

Produzido pela Casa Perini no Vale Trentino, em Farroupilha, na Serra Gaúcha, o rótulo carrega a herança de famílias imigrantes que moldaram a viticultura da região. A procedência une o cuidado com a seleção manual das uvas à tradição familiar centenária da vinícola, oferecendo uma experiência autêntica que valoriza tanto as celebrações especiais quanto harmonizações à mesa com queijos de cura média, peixes, carnes brancas ou pratos tradicionais da culinária local.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Espumante Casa Perini Black Safira Extra Brut

O Black Safira se apresenta com coloração amarelo palha e reflexos esverdeados, sinal de juventude e frescor. O perlage é intenso e persistente, com boa formação de coroa de espuma — indício de uma tomada de espuma bem conduzida. No nariz, o aroma é fino e elegante, de perfil predominantemente frutado: abacaxi e pera aparecem primeiro, seguidos de maçã seca e um fundo discreto de avelã. Com alguns minutos na taça, ganham espaço as notas sutis de pão fresco, resultado direto do tempo que o espumante permanece em contato com as borras. Em boca, a entrada é agradável e fresca, com acidez moderada que equilibra sem agredir, bom volume e uma untuosidade que dá corpo ao conjunto. O final é longo, com retrogosto amanteigado que sustenta a sensação de vinho gastronômico, feito para acompanhar comida — não apenas para o brinde.

A origem está no Vale Trentino, em Farroupilha, onde os vinhedos crescem em solo argilo-arenoso e são formados com mudas certificadas. A densidade de plantio é de 3.500 plantas por hectare, com produção limitada a 8 toneladas por hectare e condução em espaldeira em forma de Y — um sistema que favorece a exposição das uvas e a maturação uniforme. A colheita é manual. Na cantina, os cachos inteiros passam por seleção manual e prensagem direta, técnica que extrai um mosto mais limpo e delicado. A fermentação do vinho base ocorre com leveduras selecionadas a 16 °C, temperatura controlada que preserva os aromas frutados. O vinho base é integralmente Chardonnay. A tomada de espuma é feita pelo método Charmat, em que a segunda fermentação acontece em tanque de aço inox pressurizado, e o espumante permanece 6 meses sobre as borras — período que caracteriza o estilo Charmat Longo e agrega cremosidade, textura e as notas de panificação que o diferenciam de um Charmat convencional.

À mesa, sirva entre 6 °C e 8 °C, preferencialmente em taça tulipa, que concentra os aromas melhor que a flûte tradicional. O perfil Extra Brut, com apenas 5,0 g/L de açúcar residual, pede pratos salgados e de intensidade média. Combina com castanhas, nozes e amêndoas torradas como aperitivo; queijos e fiambres de cura média, como um pecorino jovem ou presunto cru; peixes e carnes brancas temperados com ervas ou em molhos de intensidade moderada, como um linguado ao alecrim ou frango ao molho de mostarda. Na cozinha da Serra Gaúcha, vai bem com uma tábua de queijo Serrano acompanhada de salame colonial, com galeto ao primo canto servido com polenta, e sustenta até cortes de carne vermelha mais magros. É um espumante versátil para almoços longos, jantares de família e celebrações em que a garrafa acompanha a refeição inteira.

 

Ficha Técnica

  • Tipo: Espumante Natural Branco Extra Brut
  • Uva: Chardonnay (100%)
  • Região: Vale Trentino – Farroupilha/RS – Brasil
  • Safra: Não safrado
  • Teor alcoólico: 12,0 %
  • Açúcar residual: 5,0 g/L
  • pH: 3,3
  • Método: Charmat Longo — 6 meses sobre as borras
  • Temperatura de serviço: 6 °C a 8 °C
  • Volume: 750 ml (caixas com 6 garrafas)

 

A Casa Perini nasceu em 1929, em Santos Anjos, no Vale Trentino, distrito de Farroupilha (RS). O nome do vale não é acaso: a região foi ocupada por famílias vindas do Trentino, no norte da Itália, que trouxeram a cultura da uva e do vinho para a Serra Gaúcha e ali encontraram condições de clima e relevo que permitiram continuar. Quase um século depois, a vinícola mantém a estrutura familiar e um trabalho de vinhedo bastante controlado — mudas certificadas, densidade e produtividade definidas por hectare, colheita manual — que sustenta a regularidade dos seus rótulos safra após safra. Dentro do portfólio, a linha Black Safira ocupa o espaço dos espumantes mais estruturados e gastronômicos, feitos com Chardonnay puro e tempo prolongado sobre borras. Leve para a sua taça a tradição do Vale Trentino — disponível agora na Espumantes do Sul.

A vinícola

Sobre a Casa Perini


A Vinícola Casa Perini é uma referência no Vale Trentino, em Farroupilha, desde 1929, quando João Perini, filho de imigrantes italianos, começou a produzir vinhos no porão de sua casa. Desde então, evoluiu para uma super cooperativa familiar, aliando tradição, tecnologia moderna e profundo respeito ao meio ambiente.

A marca se destaca pela qualidade de seus vinhos e espumantes premiados, com destaque mundial para o Espumante Casa Perini Moscatel, eleito um dos melhores do mundo na sua categoria. A linha Vintage — que inclui Brut, Rosé de Noir, Blanc de Blanc, Blanc de Noir e Moscatel — oferece experiências sensoriais refinadas, com borbulhas delicadas e perfil aromático complexo. A produção geodésica e o uso de madeira em vinhos diferenciados, como o Brut Barriqué de Chardonnay, realçam sabores como baunilha e frutas secas.

Além dos produtos, a Casa Perini proporciona vivências completas em seu complexo: tours guiados, degustações premium, restaurante Beatrice by Q, piqueniques, bike tours e experiências personalizadas. É o encontro da tradição familiar, inovação enológica e hospitalidade serrana, perfeito para quem busca sabor, cultura e conexão com a Serra Gaúcha.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).