Casa Pedrucci Espumante Brut Rosé
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*Sujeito à alteração sem aviso prévio
Casa Pedrucci Espumante Brut Rosé

Perfil sensorial e ficha técnica
Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.
Notas de degustação - Casa Pedrucci Espumante Brut Rosé
Coloração rosé viva e brilhante, com perlage fino, intenso e persistente e boa formação de colarinho.
Aromas elegantes e nítidos, com notas de frutas vermelhas como cassis, framboesa e morango, acompanhadas de frescor evidente.
Entrada levemente adocicada que logo dá lugar a uma acidez vibrante que sustenta o equilíbrio. Muito frutado em boca, com final marcante.
Ficha técnica - Casa Pedrucci Espumante Brut Rosé
- Pinot Noir
- Merlot
- Cabernet Sauvignon
- Entradas leves
- Risotos suaves
- Pratos com notas sutis de frutas ou ervas
- Verão
- Celebração
- Recepção
Nossa avaliação
sobre o Casa Pedrucci Espumante Brut Rosé
Descrição do produto
Pedrucci Brut Rosé — Espumante
O Pedrucci Brut Rosé tem coloração rosé viva e brilhante, com perlage fino, intenso e persistente e boa formação de colarinho.
Os aromas são elegantes e nítidos, com notas de frutas vermelhas — cassis, framboesa e morango — e frescor evidente.
No paladar, a entrada é levemente adocicada e logo dá lugar a uma acidez vibrante que sustenta o equilíbrio. Mostra-se muito frutado em boca, com final marcante.
Acompanha delicadamente entradas leves, risotos suaves e pratos com notas sutis de frutas ou ervas. Sirva entre 6 °C e 8 °C.
Elaborado pelo Método Tradicional, no qual a segunda fermentação ocorre na própria garrafa, e maturado por 12 meses — período que dá textura e refinamento às borbulhas.
Nasce de um corte de Pinot Noir e Merlot com um sutil toque de Cabernet Sauvignon, combinação que equilibra frescor e intensidade. A produção é limitada a 6.000 garrafas numeradas, na Serra Gaúcha.
Ficha técnica
- Tipo: Espumante Rosé Brut
- Uva: Pinot Noir, Merlot e Cabernet Sauvignon
- Método: Método Tradicional (clássico), 12 meses de maturação
- Região: Serra Gaúcha (RS)
- Graduação alcoólica: 12,5% vol.
- Temperatura de serviço: 6 °C a 8 °C
- Produção: Limitada a 6.000 garrafas numeradas
- Volume: 750 ml
- Safra: Consulte a safra disponível
Informações adicionais não disponíveis na ficha técnica oficial.
A Casa Pedrucci é uma vinícola boutique familiar de Garibaldi, na Serra Gaúcha, cidade conhecida como Capital Nacional do Espumante. Foi fundada em 2001 pelo enólogo Gilberto Pedrucci em uma antiga cantina de basalto centenário, entre montes e videiras.
Conduzida pela família Pedrucci, mantém produção artesanal em lotes numerados e trabalha com o método tradicional em praticamente toda a sua linha de espumantes clássicos.
A Casa Pedrucci é uma vinícola familiar de Garibaldi, na Serra Gaúcha — a Capital Nacional do Espumante. Nasceu em 2001, quando o enólogo Gilberto Pedrucci encontrou em uma antiga cantina de basalto centenário, encravada entre montes e videiras a cerca de 650 metros de altitude, o cenário ideal para realizar um sonho cultivado desde a infância, ao lado do avô, "o nono". É desse encontro entre tradição familiar e técnica apurada que nascem seus espumantes, elaborados de forma artesanal e pelo método tradicional, em lotes safrados e numerados.

Conduzida pela família Pedrucci, a vinícola reúne a experiência de mais de quatro décadas dedicadas à enologia e o terroir privilegiado da Serra Gaúcha, de noites frescas e solos de origem basáltica que favorecem a acidez e os aromas finos das uvas. Esse cuidado se traduz em reconhecimento dentro e fora do país — com mais de 200 medalhas de ouro conquistadas e presença em destinos de alta gastronomia, incluindo a exportação para a Europa. Mais do que produzir borbulhas, a Casa Pedrucci busca fazer parte dos momentos especiais de cada cliente.


Perguntas frequentes
Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.
Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?
O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.
Qual é o espumante mais seco?
O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.
Qual espumante é mais doce?
Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.
Qual espumante combina com churrasco?
O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.
Qual espumante combina com bolo?
Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.
Qual espumante escolher para casamento?
A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.
Quantas taças rende uma garrafa?
Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.
Quantas garrafas comprar para uma festa?
Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.
Qual é a temperatura ideal?
Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.
Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?
Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.
Espumante vence?
Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.
Espumante pode ser guardado?
Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).
Como abrir corretamente?
Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).
Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?
No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).
O que significa Nature?
É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.
O que é perlage?
O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.
O Brasil produz bons espumantes?
Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.
Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?
Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).
Qual taça deve ser usada?
A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).
Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?
Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.
Existe espumante brasileiro sem álcool?
Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.
Qual espumante é indicado para iniciantes?
Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.
Mitos e verdades
Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.
“Espumante é somente para comemorações.”
Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.
“Espumante doce é de qualidade inferior.”
Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.
“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”
Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.
“Quanto mais borbulhas, melhor.”
Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.
“Todo espumante melhora com o tempo.”
Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).
“Espumante combina apenas com sobremesas.”
Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).
“Espumante deve ser servido quase congelado.”
Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.
“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”
Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.
“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”
Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.
“Brut significa totalmente sem açúcar.”
Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).
“Rosé é necessariamente doce.”
Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.
“Moscatel serve apenas para sobremesas.”
Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.
“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”
Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).