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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Marques Pereira Quinta da Orada Corte V - Casa Marques Pereira - Espumantes do Sul

Casa Marques Pereira Quinta da Orada Corte V

Preço normal R$ 299,90
Preço normal R$ 299,90 Preço promocional
OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Marques Pereira Quinta da Orada Corte V

Visual

Coloração rubi de intensidade profunda e brilhante.

Aromas

Em nariz intenso. Aroma de ameixa, cereja e groselha, mirtilo, nuances florais, café, caramelo, tabaco, notas de madeira como baunilha e cedro.

Paladar

Equilibrado, complexo e sedoso, resultante do longo período de amadurecimento. Vinho encorpado e potente, com taninos robustos, porém polidos, acidez média alta e final longo e agradável.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Marques Pereira Quinta da Orada Corte V

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 24 meses em barricas de carvalho francês
Uvas
  • Nebbiolo
Região Monte Belo do Sul - RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 16 a 18ºC
Harmonização
  • Feijoada
  • Vaca atolada
  • Churrasco
Ocasião
  • Inverno
  • Outono
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Marques Pereira Quinta da Orada Corte V

O Corte V é um vinho tinto de grande profundidade, que se revela em um rubi intenso e brilhante, prometendo uma experiência sensorial rica e complexa. Em nariz, ele exibe um bouquet intenso e sedoso, onde se desenham notas de ameixa, cereja e groselha, combinadas com toques florais, café, caramelo e tabaco. Na boca, o vinho é encorpado e potente, apresentando taninos robustos, mas perfeitamente polidos, equilibrados por uma acidez média-alta e um final longo e muito agradável.

A complexidade deste Nebbiolo é resultado de um processo de elaboração cuidadoso, que inclui um longo período de maturação. O vinho passa por 24 meses em carvalho francês, onde o tempo e o contato com a madeira aprimoram sua estrutura, conferindo-lhe a textura sedosa e o perfil equilibrado que o caracterizam. É um vinho seco, que mantém a elegância e a força da uva em cada taça.

Este rótulo carrega a história da Casa Marques Pereira e do seu terroir em Monte Belo do Sul. O nome Quinta da Orada é uma homenagem à localidade de onde as uvas são colhidas, celebrando a tradição vinícola da família. É um vinho ideal para ser degustado em jantares especiais de outono ou inverno, acompanhando pratos robustos da culinária brasileira, como um tradicional churrasco.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Vinho Tinto Corte V Gran Reserva Quinta da Orada Casa Marques Pereira.

O Quinta da Orada é uma homenagem a localidade de onde provém nossas uvas.

Nosso vinhedo recebe este nome, pois nas margens da estrada que corta a propriedade existe uma pequena Orada.

A Vinícola Casa Marques Pereira produz uvas viníferas desde 2004 quando foi adquirida a propriedade da Quinta da Orada, em Monte Belo do Sul. Inicialmente a intenção era que estes vinhos fossem produzidos para consumo da família e presenteados a amigos e familiares. No ano de 2015, após observar o sucesso dos vinhos produzidos com as uvas da propriedade, surge a decisão de lançar a linha de produtos no mercado. O nome da linha, Segredos da Adega, remete a estes tesouros que por muitos anos estiveram guardados na adega da família.

Tipo: Vinho Nobre Tinto Seco

Varietal: Nebbiolo

Terroir: Monte Belo do Sul - RS

Produtor: Vinícola Casa Marques Pereira

País: Brasil

Safra: Consulte

Volume: 750 ml

Teor Alcoólico: 13,5% vol.

Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC

Maturação: 24 meses em barricas de 500L de carvalho francês de primeiro uso.

Analise Sensorial:

Visual: Coloração rubi de intensidade profunda e brilhante.

Olfativo: Em nariz intenso. Aroma de ameixa, cereja e groselha, mirtilo, nuances florais, café, caramelo, tabaco, notas de madeira como baunilha e cedro. 

Gustativo: Equilibrado, complexo e sedoso, resultante do longo período de amadurecimento. Vinho encorpado e potente, com taninos robustos, porém polidos, acidez média alta e final longo e agradável. 

 Harmonização: Harmoniza com pratos robustos da culinária brasileira como feijoada, vaca atolada, e o tradicional churrasco.

A vinícola

Sobre a Casa Marques Pereira

A Casa Marques Pereira é uma vinícola boutique em Monte Belo do Sul, na Serra Gaúcha, que produz vinhos autorais de pequenos lotes desde 2005. Situada na histórica Quinta da Orada, cultiva cerca de 15 hectares em altitude, valorizando o terroir local para entrega de rótulos únicos e expressivos.

Seus vinhos e espumantes, como as linhas Segredos da Adega, Reserva e Quinta da Orada, são elaborados com fermentação artesanal, jeitos tradicionais e maturação em barricas — gerando rótulos estruturados, com aromas complexos de frutas vermelhas, notas tostadas e grande potencial de guarda.

Descubra a Casa Marques Pereira e mergulhe em uma experiência enoturística que inclui loja-bistrô em uma casa de 1950, club house e visitas guiadas nos vinhedos. É uma vinícola que une paixão, história e terroir em cada garrafa, oferecendo uma vivência genuína da vitivinicultura da região.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).