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Logo da marca Casa Marques Pereira Casa Marques Pereira Licoroso Cachos Temporões

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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Casa Marques Pereira Licoroso Cachos Temporões - Casa Marques Pereira - Espumantes do Sul

Casa Marques Pereira Licoroso Cachos Temporões

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Casa Marques Pereira Licoroso Cachos Temporões

Visual

Límpido, de coloração rubi brilhante de intensidade média.

Aromas

Mirtilo, ameixas, tabaco, groselha e cedro.

Paladar

Apresenta taninos leves com textura fina, acidez e corpo médios, final adocicado.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Casa Marques Pereira Licoroso Cachos Temporões

Tipo Vinho Fino Tinto Licoroso Doce
Método Fortificado com Brandy amadurecido 10 anos em barris de carvalho francês
Uvas
  • Sangiovese
  • Chardonnay
  • Tannat
  • Pinot Noir
  • Teroldego
Região Monte Belo do Sul, Serra Gaúcha
Volume 750ml
Temperatura 14 a 16ºC
Harmonização
  • Macarons de frutas
  • Queijo azul
  • Cheesecake de chocolate
  • Palha italiana
Ocasião
  • Inverno
  • Jantar Especial
  • Celebração
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Casa Marques Pereira Licoroso Cachos Temporões

Este vinho tinto licoroso, de coloração rubi brilhante e intensidade média, convida a uma experiência de degustação rica e acolhedora. Ao desfrutar de seus aromas, o nariz revela notas profundas de mirtilo, ameixas e groselha, que se entrelaçam com toques de tabaco e cedro. No paladar, ele se apresenta com taninos suaves e uma textura fina, mantendo um corpo e acidez médios que culminam em um final deliciosamente adocicado.

A complexidade deste rótulo é resultado de um blend que une cinco variedades de uvas — Sangiovese, Chardonnay, Tannat, Pinot Noir e Teroldego. Sua singularidade é potencializada por um processo de maturação e fortificação cuidadoso, onde o vinho é enriquecido com Brandy amadurecido por dez anos em barris de carvalho francês. Este toque de brandy e a madeira conferem profundidade e uma estrutura que equilibra a doçura natural do vinho.

Proveniente da região de Monte Belo do Sul, na Serra Gaúcha, Casa Marques Pereira cria um vinho que carrega consigo a tradição e a riqueza do terroir gaúcho. É um rótulo ideal para ser desfrutado em momentos especiais, como jantares de inverno ou celebrações íntimas, acompanhando harmonizações que valorizam sua doçura e complexidade.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Licoroso Cachos Temporões Casa Marques Pereira.

Casa Marques Pereira Licoroso Cachos Temporões é um vinho licoroso tinto doce elaborado com as castas Sangiovese, Chardonnay, Tannat, Pinot Noir e Teroldego, fortificado com Brandy amadurecido 10 anos em barris de carvalho Francês. Apresenta taninos leves, com textura fina . Sua acidez e corpo são médios e tem um final adocicado.

Tipo: Vinho Tinto Licoroso Doce

Varietal: Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese, Tannat, Teroldego

Terroir: Monte Belo do Sul - RS

Produtor: Vinícola Casa Marques Pereira

País: Brasil

Safra: Consulte

Volume: 750 ml

Teor Alcoólico: 16,5% vol.

Temperatura de Serviço: 14 a 16ºC

Maturação: Fortificado com Brandy amadurecido 10 anos em barris de carvalho Francês.

Analise Sensorial:

Visual: Límpido, de coloração rubi brilhante de intensidade média

Olfativo: Possui notas de mirtilo, ameixas, tabaco, groselha e cedro.

Gustativo: Apresenta taninos leves, com textura fina . Sua acidez e corpo são médios e tem um final adocicado.

 Harmonização: Macarons de frutas, queijo azul, cheesecake de chocolate e palha italiana.

A vinícola

Sobre a Casa Marques Pereira

A Casa Marques Pereira é uma vinícola boutique em Monte Belo do Sul, na Serra Gaúcha, que produz vinhos autorais de pequenos lotes desde 2005. Situada na histórica Quinta da Orada, cultiva cerca de 15 hectares em altitude, valorizando o terroir local para entrega de rótulos únicos e expressivos.

Seus vinhos e espumantes, como as linhas Segredos da Adega, Reserva e Quinta da Orada, são elaborados com fermentação artesanal, jeitos tradicionais e maturação em barricas — gerando rótulos estruturados, com aromas complexos de frutas vermelhas, notas tostadas e grande potencial de guarda.

Descubra a Casa Marques Pereira e mergulhe em uma experiência enoturística que inclui loja-bistrô em uma casa de 1950, club house e visitas guiadas nos vinhedos. É uma vinícola que une paixão, história e terroir em cada garrafa, oferecendo uma vivência genuína da vitivinicultura da região.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).