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Logo da marca Battistello Battistello Reserva Tannat

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Elaborado pela vinícola familiar Battistello no Vale dos Vinhedos, este vinho fino tinto seco revela o melhor da uva Tannat após 12 meses de maturação em barris de carvalho. O resultado é um rótulo encorpado de coloração rubi intensa, que equilibra notas de frutas e especiarias com taninos macios e elegantes. Uma escolha marcante e estruturada para acompanhar carnes grelhadas e momentos especiais.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Battistello Reserva Tannat - Espumantes do Sul - Espumantes do Sul

Battistello Reserva Tannat

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Battistello Reserva Tannat

Visual

Coloração vermelha rubi escura e intensa, com reflexos violáceos.

Aromas

Fino, mesclando frutas com especiarias e um registro nítido de ameixas secas.

Paladar

Surpreende por ser macio, persistente e harmônico, com taninos elegantes e boa estrutura, entregando a espinha dorsal esperada da variedade sem a aspereza.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Battistello Reserva Tannat

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 12 meses em barris de carvalho de primeiro uso, 50% franceses e 50% americanos
Uvas
  • Tannat
Região Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha — RS
Volume 750ml
Temperatura 16 °C a 18 °C
Harmonização
  • Carnes grelhadas
  • Caças
  • Strogonoff
  • Carnes assadas
  • Queijos tipo gorgonzola, brie e cheddar
Ocasião
  • Inverno
  • Jantar Especial
  • Churrasco
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Battistello Reserva Tannat

O Battistello Reserva Tannat é um vinho fino tinto seco que surpreende ao revelar uma coloração vermelha rubi escura e intensa, adornada por reflexos violáceos. No nariz, apresenta um perfil aromático fino, mesclando notas de frutas com especiarias e um registro nítido de ameixas secas. Em boca, destaca-se por ser macio, persistente e harmônico, exibindo boa estrutura e taninos elegantes que entregam a personalidade marcante da variedade de forma equilibrada e sem aspereza.

Elaborado exclusivamente com uvas da variedade Tannat, o vinho passa por um processo de maturação de 12 meses em barris de carvalho de primeiro uso, divididos igualmente entre carvalho francês e americano. Esse cuidadoso estágio na madeira atua no arredondamento dos taninos, refinando a textura da bebida e conferindo-lhe maior complexidade, mantendo a tipicidade e a identidade do estilo seco.

Produzido pela vinícola familiar Battistello, situada em Garibaldi, o rótulo carrega a procedência dos vinhedos próprios localizados nas encostas elevadas do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha. A combinação entre o terroir da primeira Denominação de Origem do Brasil e o rigoroso método de elaboração resulta em um tinto estruturado, ideal para acompanhar momentos especiais, jantares elaborados, carnes grelhadas, assados e queijos de intensidade moderada a forte.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Battistello Reserva Tannat — Vinho Fino Tinto Seco

A Tannat carrega o tanino no nome, e a versão da Battistello mostra o que acontece quando essa força é domada por tempo de barrica. Apresenta coloração vermelha rubi escura e intensa, com reflexos violáceos. O aroma é fino, mesclando frutas com especiarias e um registro nítido de ameixas secas — fruta em estado de concentração, não fruta fresca. No paladar surpreende: é macio, persistente e harmônico, com taninos elegantes e boa estrutura. Ou seja, entrega a espinha dorsal esperada da variedade sem a aspereza que muita gente associa a ela.

A elaboração é exclusivamente da variedade Tannat, cultivada em vinhedos próprios no Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha — RS. A maturação ocorreu por 12 meses em barris de carvalho de primeiro uso, 50% franceses e 50% americanos. Esse estágio é decisivo em uma Tannat: a passagem controlada de oxigênio pela madeira polimeriza os taninos — em linguagem prática, transforma taninos duros em taninos macios. É a diferença entre uma Tannat áspera e uma Tannat de textura elegante como esta.

Sirva entre 16 °C e 18 °C, em taça ampla. A ficha oficial indica carnes grelhadas, caças, strogonoff, carnes assadas e queijos tipo gorgonzola, brie e cheddar. Em pratos concretos: costela de fogo de chão, picanha na brasa, javali de panela, strogonoff de filé e uma tábua com gorgonzola. Em uma roda de churrasco gaúcho, é o tinto que aguenta as carnes mais gordas do começo ao fim. Para garrafas com mais tempo de guarda, decante por cerca de 40 minutos antes de servir.

Ficha técnica

  • Tipo: Vinho fino tinto seco
  • Uva: 100% Tannat
  • Região: Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha — RS
  • Safra: Consulte a safra disponível
  • Maturação: 12 meses em barris de carvalho de primeiro uso — 50% franceses e 50% americanos
  • Temperatura de serviço: de 16 °C a 18 °C
  • Volume: 750 ml

A Battistello é uma vinícola familiar de Garibaldi, na Serra Gaúcha, com vinhedos próprios nas encostas elevadas da propriedade, dentro do Vale dos Vinhedos — a primeira Denominação de Origem do Brasil. A Tannat chegou ao Sul pela fronteira com o Uruguai e encontrou na Serra Gaúcha um clima que preserva acidez e permite maturação plena da casca. Somada a um ano em barrica de primeiro uso, essa origem explica o equilíbrio incomum deste rótulo entre potência e maciez. Conheça o Reserva Tannat na Espumantes do Sul e descubra uma Tannat estruturada sem ser áspera.

A vinícola

Sobre a Battistello

A Vinícola Battistello é uma vinícola familiar de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, reconhecida pela produção de vinhos finos e pela inovação com sua linha de Bag-in-Box, que une qualidade, praticidade e sustentabilidade.

Os vinhos Battistello em Bag-in-Box mantêm o frescor por mais tempo após abertos, são fáceis de armazenar e ideais para consumo diário, reuniões com amigos ou eventos. Com rótulos leves, frutados e versáteis, a marca oferece uma forma moderna de apreciar bons vinhos sem abrir mão do cuidado artesanal.

Os espumantes Battistello são elaborados principalmente pelo método Charmat, com uvas cultivadas em vinhedos próprios, garantindo frescura, leveza e elegância. São rótulos ideais para celebrar momentos especiais, harmonizar com entradas leves ou simplesmente brindar a vida.

Descubra a Battistello Bag-in-Box e leve para sua casa um vinho prático, econômico e com a tradição de uma vinícola familiar que valoriza a qualidade e o respeito ao consumidor.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).