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Logo da marca Battistello Battistello Reserva Ancellotta

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Elaborado pela Battistello no Vale dos Vinhedos, este vinho fino tinto seco expressa toda a potência da uva Ancellotta com 15 meses de maturação em carvalho francês e americano. Apresenta coloração rubi violáceo intensa, aromas marcantes de frutas em compota com especiarias, e um paladar estruturado com taninos maduros. É a escolha perfeita para acompanhar jantares especiais e pratos robustos.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Battistello Reserva Ancellotta - Espumantes do Sul - Espumantes do Sul

Battistello Reserva Ancellotta

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Battistello Reserva Ancellotta

Visual

Coloaração rubi violáceo intenso e profundo, característica marcante da variedade.

Aromas

Intensos aromas de frutas vermelhas sobre-maduras em compota, evoluindo para notas de especiarias.

Paladar

Potente, com longa persistência e rico em taninos maduros e delicados, polidos pelo tempo de barrica, sem sensação áspera de adstringência.

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Battistello Reserva Ancellotta

Tipo Vinho Fino Tinto Seco
Método 15 meses em barris de carvalho de primeiro uso — 50% franceses e 50% americanos
Uvas
  • Ancellotta
Região Vale dos Vinhedos
Volume 750ml
Temperatura 16 °C a 18 °C
Harmonização
  • Cortes marcantes de carne
  • Costela bovina
  • Paleta de cordeiro
  • Queijos curados
Ocasião
  • Outono
  • Inverno
  • Jantar Especial
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Battistello Reserva Ancellotta

O Battistello Reserva Ancellotta é um vinho fino tinto seco que impressiona logo à vista por sua coloração rubi violáceo profunda e intensa, sendo um dos rótulos de maior densidade cromática entre os tintos brasileiros. No nariz, revela aromas marcantes de frutas vermelhas sobre-maduras em compota, que evoluem gradualmente para delicadas notas de especiarias. Em boca, apresenta-se potente e de longa persistência, revelando-se rico em taninos maduros e polidos pelo tempo de barrica, o que proporciona uma textura elegante e sem aspereza, ideal para acompanhar cortes marcantes de carne, como costela bovina e paleta de cordeiro, além de queijos curados.

Elaborado integralmente com a variedade Ancellotta, este vinho passa por um cuidadoso processo de maturação de 15 meses em barris de carvalho de primeiro uso, divididos igualmente entre carvalho francês e americano. Essa escolha técnica equilibra a intensidade natural da uva com notas sutis de especiarias, estrutura fina e uma agradável doçura aromática de baunilha e coco, resultando em um perfil estruturado e complexo.

Produzido pela vinícola familiar Battistello, sediada em Garibaldi, o rótulo reflete a identidade e o cuidado de quem cultiva suas próprias videiras nas encostas elevadas do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha. Integrante da linha Reserva, este exemplar sintetiza a dedicação à viticultura de origem e traduz a força e a personalidade do terroir gaúcho em cada taça.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Battistello Reserva Ancellotta — Vinho Nobre Tinto Seco

A Ancellotta é uma variedade italiana de cor profunda, tradicionalmente usada em cortes, mas que na Serra Gaúcha encontrou condições para brilhar sozinha. Este Reserva apresenta coloração rubi violáceo e intenso, das mais escuras entre os tintos brasileiros. No nariz, os aromas são intensos, de frutas vermelhas sobre-maduras — aquele registro de fruta em compota, e não de fruta fresca — que evoluem para especiarias conforme o vinho abre na taça. No paladar é potente, com longa persistência e rico em taninos maduros e delicados: taninos presentes, mas já polidos pelo tempo de barrica, sem aquela sensação áspera de adstringência.

A elaboração é 100% Ancellotta, de vinhedos próprios no Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha — RS. A maturação ocorreu por 15 meses em barris de carvalho de primeiro uso, sendo 50% franceses e 50% americanos. Essa combinação é uma escolha deliberada de estilo: o carvalho francês tende a contribuir com notas mais discretas de especiaria e textura fina, enquanto o americano acrescenta doçura aromática de baunilha e coco. Juntas, sustentam a intensidade natural da variedade sem apagá-la.

Sirva entre 16 °C e 18 °C. A ficha oficial indica carnes de sabor marcante, como javali e cordeiro, além de massas e queijos. Na prática, é um vinho para pratos que aguentam o confronto: costela bovina de panela, paleta de cordeiro no forno, ragu de carne de caça, queijo Canastra bem curado ou um gorgonzola. Em uma mesa gaúcha, acompanha muito bem o churrasco de costela e a polenta com galeto. Para garrafas com mais tempo de guarda, decante por cerca de 40 minutos.

Ficha técnica

  • Tipo: Vinho nobre tinto seco
  • Uva: 100% Ancellotta
  • Região: Vale dos Vinhedos, Serra Gaúcha — RS
  • Safra: Consulte a safra disponível
  • Teor alcoólico: 14,2% vol.
  • Maturação: 15 meses em barris de carvalho de primeiro uso — 50% franceses e 50% americanos
  • Temperatura de serviço: de 16 °C a 18 °C
  • Volume: 750 ml

Sediada em Garibaldi, na Serra Gaúcha, a Battistello é uma vinícola familiar que cultiva suas próprias uvas nas encostas elevadas da propriedade, dentro do Vale dos Vinhedos. A Linha Reserva reúne os varietais que passam por estágio prolongado em barricas de primeiro uso — um investimento relevante para uma produção de escala familiar, e que explica a concentração e a persistência desses rótulos. A Ancellotta é, dentro dessa linha, o vinho de maior densidade de cor e de maior teor alcoólico, para quem procura potência com equilíbrio. Leve para a sua taça a força da Serra Gaúcha — o Reserva Ancellotta está disponível na Espumantes do Sul.

A vinícola

Sobre a Battistello

A Vinícola Battistello é uma vinícola familiar de Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, reconhecida pela produção de vinhos finos e pela inovação com sua linha de Bag-in-Box, que une qualidade, praticidade e sustentabilidade.

Os vinhos Battistello em Bag-in-Box mantêm o frescor por mais tempo após abertos, são fáceis de armazenar e ideais para consumo diário, reuniões com amigos ou eventos. Com rótulos leves, frutados e versáteis, a marca oferece uma forma moderna de apreciar bons vinhos sem abrir mão do cuidado artesanal.

Os espumantes Battistello são elaborados principalmente pelo método Charmat, com uvas cultivadas em vinhedos próprios, garantindo frescura, leveza e elegância. São rótulos ideais para celebrar momentos especiais, harmonizar com entradas leves ou simplesmente brindar a vida.

Descubra a Battistello Bag-in-Box e leve para sua casa um vinho prático, econômico e com a tradição de uma vinícola familiar que valoriza a qualidade e o respeito ao consumidor.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).