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Logo da marca Audace Audace Três Reyes Blend

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Inspirado na histórica divisa pireneia entre Espanha e França, o Audace Três Reyes Blend une magistralmente a Alvarinho e a Chardonnay em um elegante vinho fino branco seco. Elaborado pela vinícola Audace com passagem por barrica, este rótulo brasileiro revela complexos aromas cítricos, florais e de especiarias. No paladar, destaca-se pelo excelente equilíbrio, bom corpo e uma persistência longa e marcante.
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Audace Três Reyes Blend - Audace - Espumantes do Sul

Audace Três Reyes Blend

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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Audace Três Reyes Blend

Visual

Cor amarelo ouro

Aromas

Aroma de frutas cítricas (limão, casca de limão, toranja), pêssego, maçã, nectarina, nota floral (flor de citrus), discreta nota de especiarias (passagem por barrica)

Paladar

Em boca, vinho com bom corpo, álcool e acidez equilibrados e persistência longa

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Audace Três Reyes Blend

Tipo Vinho Fino Blend Branco Seco
Método Tradicional
Uvas
  • Alvarinho
  • Chardonnay
Região Monte Belo/RS, Nova Prata/RS e Campos de Cima da Serra/RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 8°C a 12°C
Harmonização
  • Canapés
  • saladas
  • peixes
  • frutos do mar
  • culinária oriental
  • risotos com limão siciliano
  • alho poró e cogumelos. Queijos de leve a média intensidade
Ocasião
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Audace Três Reyes Blend

O Audace Três Reyes Blend é um vinho fino branco seco que se destaca pela sua coloração amarelo ouro e por um perfil aromático rico e expressivo. No nariz, revela notas marcantes de frutas cítricas, como limão e toranja, além de nuances de pêssego, maçã e nectarina, complementadas por delicados toques florais e uma discreta pitada de especiarias. Em boca, apresenta excelente harmonia entre corpo, acidez e teor alcoólico, oferecendo uma experiência gustativa equilibrada e de persistência longa que convida a momentos de apreciação refinada.

Este rótulo singular resulta da união harmoniosa entre as uvas Alvarinho e Chardonnay, unindo tradição e cuidado na elaboração. Parte significativa do blend passa por um período de maturação em barricas, processo que confere complexidade estrutural e sutis nuances ao conjunto, mantendo a vivacidade e o frescor característicos das variedades que o compõem.

Elaborado pela Vinícola Audace, o vinho traduz a busca por expressividade e identidade através de uvas cultivadas em diferentes terroirs, como Monte Belo, Nova Prata e Campos de Cima da Serra. É uma escolha versátil e elegante para acompanhar ocasiões especiais, harmonizando perfeitamente com peixes, frutos do mar, culinária oriental e queijos de intensidade leve a média.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Audace Três Reyes Blend

Na divisa entre Aragon, Navarra e Bearn (França), no Pireneus, existe um local chamado Mesa de Los Tres Reyes (nome dado pelo encontro do Visconde de Bearn com os Reis de Navarra e Aragon). Nessa intersecção, cada um deles enaltecia o seu condado. Nessa fusão, vemos duas uvas sensacionais, a Alvarinho do lado Espanhol, e a Chardonnay, do lado Francês, sendo homenageadas em nosso Blend.

O Blend Branco Tres Reyes é feito de uvas selecionadas sendo 60% Alvarinho (2020,2021,2022) e 40% Chardonnay (2022), sendo 60% do total passado por barrica. Vinho branco seco, cor amarelo ouro. Aroma de frutas cítricas (limão, casca de limão, toranja), pêssego, maçã, nectarina, nota floral (flor de citrus), discreta nota de especiarias (passagem por barrica). Em boca, vinho com bom corpo, álcool e acidez equilibrados e persistência longa.

Alvarinho, uva tradicional da região espanhola da Galícia (Albariño). Também é muito encontrada em Portugal sendo uma uva tradicional da região dos Vinhos Verdes. Hoje, ela tem se espalhado cada vez mais e alcançado bons resultados em diferentes países, como EUA, Austrália, Uruguai, Chile, Argentina e mesmo aqui, no nosso Brasil.

Tipo: Vinho Fino Blend Branco Seco.
Varietal: Alvarinho/Chardonnay.
Terroir: Monte Belo/RS, Nova Prata/RS e Campos de Cima da Serra/RS
Produtor: Vinícola Audace
País: Brasil
Safra: Consulte
Teor Alcoólico: 13%
Volume: 750ml
Temperatura de Consumo: 8°C a 12°C.
Maturação: 12 meses em barricas
 
 
Análise Sensorial
Visual: Cor amarelo ouro.
Olfativo: Aroma de frutas cítricas (limão, casca de limão, toranja), pêssego, maçã, nectarina, nota floral (flor de citrus), discreta nota de especiarias (passagem por barrica).
Gustativo: Em boca, vinho com bom corpo, álcool e acidez equilibrados e persistência longa.
 
Harmonização: Canapés, saladas, peixes, frutos do mar, culinária oriental, risotos com limão siciliano, alho poró e cogumelos. Queijos de leve a média intensidade.
 
A vinícola

Sobre a Audace

Vinícola Audace é sinônimo de inovação e qualidade na produção de espumantes e vinhos brasileiros. Localizada na Serra Gaúcha, aproveita clima, solo e altitude ideais para elaborar rótulos que encantam pela leveza, frescor e expressão única de cada uva.

Combinando tecnologia de ponta e cuidado artesanal, a Audace seleciona rigorosamente suas uvas para criar vinhos e espumantes versáteis, que harmonizam com diferentes momentos — de celebrações especiais a refeições do dia a dia. São rótulos equilibrados, aromáticos e sempre convidativos.

Descubra os vinhos e espumantes Audace e surpreenda-se com a autenticidade de uma vinícola que valoriza a tradição da Serra Gaúcha, mas não abre mão de ousar para oferecer o melhor em cada taça.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).