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Logo da marca Audace Audace Contos Galegos Alvarinho

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O Audace Contos Galegos Alvarinho é uma homenagem às raízes familiares da vinícola, unindo a tradição da casta espanhola ao terroir de Nova Prata, na Serra Gaúcha. Este branco elegante revela aromas intensos de limão siciliano, nectarina e melão, equilibrados por uma acidez vibrante e refrescante. É a escolha perfeita para celebrar a leveza da primavera e do verão, harmonizando com sofisticação frutos do mar, culinária japonesa ou momentos de descontração.
 
 
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As fotos dos produtos são meramente ilustrativas, podendo haver atualização de rótulos pelos fornecedores a qualquer tempo. As safras podem não corresponder a imagem do produto. Para verificar a safra atual do produto, consulte nosso SAC.
Audace Contos Galegos Alvarinho - Audace - Espumantes do Sul

Audace Contos Galegos Alvarinho

Preço normal R$ 169,00
Preço normal R$ 169,00 Preço promocional
OFF Esgotado
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Perfil sensorial e ficha técnica

Entenda o estilo do rótulo em poucos segundos: primeiro as notas de degustação, depois os dados técnicos para comparar uva, origem, serviço e harmonizações.

Notas de degustação - Audace Contos Galegos Alvarinho

Visual

De aspecto límpido e brilhante tonalidade amarelo claro com sutis reflexos esverdeados

Aromas

Revela-se intenso, ressaltando aromas frutados de limão siciliano, nectarina e melão

Paladar

Possui acidez bem integrada com o frescor, final de boca agradável e prolongado

Acidez
Corpo
Doçura
Complexidade

Ficha técnica - Audace Contos Galegos Alvarinho

Tipo Vinho Fino Branco Seco
Método Vinificação tradicional em tanque
Uvas
  • Alvarinho
Região Nova Prata - Serra Gaúcha/RS - Brasil
Volume 750ml
Temperatura 8°C a 12°C
Harmonização
  • Peixes gordos
  • Frutos do mar
  • Culinária japonesa
Ocasião
  • Primavera
  • Verão
  • Recepção
A palavra da curadoria

Nossa avaliação

sobre o Audace Contos Galegos Alvarinho

O Audace Contos Galegos Alvarinho revela-se um vinho branco de grande elegância, que cativa desde o primeiro olhar. De aspecto límpido e brilhante, sua tonalidade amarelo-palha é o prelúdio de um aroma intenso e complexo, onde notas de limão siciliano, nectarina e melão se entrelaçam com delicadeza. Ao degustar, o vinho surpreende com um perfil fresco e equilibrado, sustentado por uma acidez vibrante que confere vivacidade, culminando em um final de boca agradável e prolongado, ideal para momentos de celebração.

Este rótulo é elaborado exclusivamente com a uva Alvarinho, uma casta reconhecida por sua capacidade de produzir vinhos finos e estruturados. Através de um processo de vinificação tradicional em tanque, o Audace preserva a pureza e o frescor característicos da uva, resultando em um vinho seco e de corpo leve a médio. É o resultado de um trabalho que busca equilibrar a expressividade aromática com a acidez marcante, mantendo sempre a nobreza de um vinho branco seco.

Proveniente da região de Nova Prata, na Serra Gaúcha, o Audace Contos Galegos Alvarinho carrega consigo a paixão pela tradição vinícola brasileira. Sua versatilidade faz dele um excelente aperitivo, especialmente nos meses de primavera e verão. Ele harmoniza magnificamente com a leveza dos frutos do mar, o charme de ostras, ou a delicadeza da culinária japonesa, tornando-se a escolha sofisticada para enriquecer qualquer refeição especial.

Curadoria Espumantes do Sul
Selo da curadoria Espumantes do Sul
Para saber mais

Descrição do produto

Audace Contos Galegos Alvarinho.

O vinho Audace Contos Galegos Alvarinho é uma verdadeira expressão da tradição vinícola da região da Galícia, na Espanha. Elaborado com a uva Alvarinho, este vinho branco encanta os sentidos com sua elegância e complexidade.

Com uma cor amarelo-palha brilhante, o Audace Contos Galegos Alvarinho apresenta um aroma cativante, onde notas florais se entrelaçam com nuances frutadas, destacando-se o aroma cítrico e os toques subtis de frutas de caroço.

Ao paladar, revela-se um vinho fresco e equilibrado, com uma acidez vibrante que ressalta a vivacidade das frutas. A mineralidade presente confere-lhe uma profundidade única, enquanto a persistência aromática deixa uma impressão duradoura, convidando a apreciá-lo com cada gole.

Ideal para ser apreciado como aperitivo, acompanha também pratos de frutos do mar, saladas frescas e queijos de pasta mole. Seu caráter versátil faz do Audace Contos Galegos Alvarinho uma escolha sofisticada para momentos especiais ou simplesmente para enriquecer o cotidiano com a excelência de um vinho que reflete a autenticidade e a paixão pela tradição vinícola galega.

Tipo: Vinho Fino Nobre Branco Seco.

Varietal:  100% Alvarinho

Terroir: Nova Prata - Serra Gaúcha/RS.
Produtor: Vinícola Audace
País: Brasil
Safra: Consulte
Teor Alcoólico: 13,5%
Volume: 750ml
Temperatura de Consumo: 8°C a 12°C.
 
História do Rótulo 
Este rótulo ilustra a sócia da Audace, Tássia, com sua filha Olívia. A arte que estampa este rótulo foi inspirada nos pomares de limão siciliano e nectarina, aromas típicos da uva Alvarinho. Vidal, que é o sobrenome de Tássia, tem como descendência a região da Espanha, próximo à Galícia, local tradicional da casta que compõe este vinho.
 
Análise Sensorial
Visual: De aspecto límpido e brilhante tonalidade amarelo claro com sutis reflexos esverdeados.
Olfato: Revela-se intenso, ressaltando aromas frutados de limão siciliano, nectarina e melão.
Paladar: Possui acidez bem integrada com o frescor, final de boca agradável e prolongado.
 
 
Harmonização: Surpreenda seu paladar harmonizando com peixes gordos, bacalhau assado ou grelhado, sardinha, frutos do mar, ostras, pratos da culinária japonesa, carne de porco e aves, desde grelhadas até como recheio de arroz ou risoto.
A vinícola

Sobre a Audace

Vinícola Audace é sinônimo de inovação e qualidade na produção de espumantes e vinhos brasileiros. Localizada na Serra Gaúcha, aproveita clima, solo e altitude ideais para elaborar rótulos que encantam pela leveza, frescor e expressão única de cada uva.

Combinando tecnologia de ponta e cuidado artesanal, a Audace seleciona rigorosamente suas uvas para criar vinhos e espumantes versáteis, que harmonizam com diferentes momentos — de celebrações especiais a refeições do dia a dia. São rótulos equilibrados, aromáticos e sempre convidativos.

Descubra os vinhos e espumantes Audace e surpreenda-se com a autenticidade de uma vinícola que valoriza a tradição da Serra Gaúcha, mas não abre mão de ousar para oferecer o melhor em cada taça.

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Perguntas frequentes

Respostas diretas para as dúvidas mais comuns sobre escolha, consumo, harmonização e conservação.

Qual é a diferença entre Brut e Moscatel?

O Brut é um espumante seco (8,1 a 15 g/L de açúcar), de duas fermentações, com 10–13% de álcool. O Moscatel é adocicado (mínimo 20 g/L de açúcar natural da uva), elaborado pelo método Asti em fermentação única, com álcool mais leve (7–10%) e aromas intensos de uva e flores.

Qual é o espumante mais seco?

O Nature, com até 3 g/L de açúcar residual — praticamente nenhuma dosagem.

Qual espumante é mais doce?

Na classificação legal, a categoria Doce (acima de 60 g/L). No dia a dia brasileiro, o Moscatel é o doce mais popular.

Qual espumante combina com churrasco?

O Brut Rosé é o mais indicado: fruta vermelha e acidez para linguiça, frango e cortes suínos. Para cortes bovinos intensos, rosés estruturados ou Blanc de Noirs.

Qual espumante combina com bolo?

Bolos e doces pedem Moscatel ou Demi-Sec — o espumante deve ser tão ou mais doce que a sobremesa.

Qual espumante escolher para casamento?

A combinação clássica: Brut para recepção e brinde (agrada à maioria) e Moscatel para a mesa de doces e o bolo. Calcule as quantidades no capítulo 16.

Quantas taças rende uma garrafa?

Uma garrafa de 750 ml rende 5 a 6 taças de 120–150 ml.

Quantas garrafas comprar para uma festa?

Regra rápida: meia garrafa por pessoa em festas com outras bebidas; 1 garrafa para cada 5–6 pessoas se for só o brinde. Use a calculadora interativa para o seu caso.

Qual é a temperatura ideal?

Entre 4 e 10 °C, conforme o estilo: Moscatel e Demi-Sec a 4–6 °C; Brut a 6–8 °C; métodos tradicionais complexos a 8–10 °C.

Quanto tempo o espumante dura depois de aberto?

Com tampa própria para espumante e geladeira, de 1 a 3 dias mantendo boa efervescência.

Espumante vence?

Não há prazo de validade legal como em alimentos perecíveis, mas há janela ideal de consumo: Charmats e Moscatéis são melhores jovens (1–3 anos da compra); métodos tradicionais aguentam mais. Guardado errado, qualquer um decai.

Espumante pode ser guardado?

Sim, no escuro, fresco e estável. Mas só os métodos tradicionais estruturados ganham algo com anos de guarda — os demais apenas envelhecem (capítulo 15).

Como abrir corretamente?

Garrafa gelada, polegar na rolha, gaiola afrouxada sem soltar, 45°, girando a garrafa — até o suspiro discreto. Nunca aponte para pessoas (passo a passo no capítulo 10).

Qual a diferença entre Charmat e Tradicional?

No Charmat, a segunda fermentação ocorre em tanque pressurizado (perfil frutado e fresco); no Tradicional, dentro da própria garrafa, com maturação sobre as leveduras (perfil cremoso, com notas de pão e frutos secos).

O que significa Nature?

É a categoria mais seca da legislação brasileira: até 3 g/L de açúcar residual, praticamente sem dosagem.

O que é perlage?

O cordão de borbulhas que sobe na taça. Fino e persistente, é um dos prazeres visuais do espumante.

O Brasil produz bons espumantes?

Sim — o espumante é reconhecido como o produto mais premiado do vinho brasileiro em concursos internacionais, com destaque para a Serra Gaúcha. O frescor da uva colhida em clima de altitude é a assinatura nacional.

Existem espumantes brasileiros com denominação de origem?

Sim: a DO Altos de Pinto Bandeira (2022) é dedicada exclusivamente a espumantes de método tradicional, e a DO Vale dos Vinhedos (2012) contempla espumantes entre seus produtos (capítulo 8).

Qual taça deve ser usada?

A tulipa é a mais versátil; a flute valoriza o perlage em brindes; a taça de vinho branco abre espumantes complexos. A Taça Oficial do Espumante Brasileiro foi desenvolvida especificamente para valorizar o perlage e o perfil dos rótulos nacionais (capítulo 10).

Espumante pode acompanhar uma refeição inteira?

Pode — é um dos poucos vinhos que transita da entrada à sobremesa: comece com um Brut, siga com um método tradicional nos pratos principais e feche com Moscatel no doce.

Existe espumante brasileiro sem álcool?

Sim, em versões 0,0% brancas e rosés — veja a coleção sem álcool do site e a seção 5.10.

Qual espumante é indicado para iniciantes?

Dois caminhos seguros: um Brut de Charmat (seco equilibrado e frutado) ou, para quem prefere doçura, um Moscatel. A partir daí, explore Extra Brut e métodos tradicionais.

Mitos e verdades

Desfaça ideias comuns sobre doçura, métodos, serviço, guarda e qualidade dos espumantes.

“Espumante é somente para comemorações.”

Mito. É um dos vinhos mais gastronômicos e versáteis que existem — acompanha da entrada à sobremesa e transforma uma terça-feira comum. A associação exclusiva com festas é herança de marketing, não de técnica.

“Espumante doce é de qualidade inferior.”

Mito. Doçura é estilo, não defeito. Um bom Moscatel exige uvas aromáticas de qualidade e técnica precisa de interrupção da fermentação. Qualidade se mede pelo equilíbrio, não pelo açúcar.

“Método Charmat é sempre inferior ao método Tradicional.”

Mito. São propostas diferentes: o Charmat preserva fruta e frescor; o Tradicional constrói complexidade. Um Prosecco de tanque bem-feito é melhor que um método tradicional malfeito — sempre.

“Quanto mais borbulhas, melhor.”

Parcialmente mito. O que indica cuidado é a finura e a persistência do perlage, não a quantidade bruta de espuma. E a taça, sua limpeza e a temperatura influenciam muito o que você vê.

“Todo espumante melhora com o tempo.”

Mito. A maioria (Charmat, Moscatel, Prosecco) nasce pronta e perde o encanto com anos de guarda. Apenas métodos tradicionais estruturados evoluem bem — e mesmo eles têm prazo (capítulo 15).

“Espumante combina apenas com sobremesas.”

Mito. É quase o contrário: os secos (Nature a Brut) brilham no salgado, das ostras à feijoada. Só os doces pertencem à sobremesa (capítulo 11).

“Espumante deve ser servido quase congelado.”

Mito. Frio demais anestesia os aromas. Moscatéis pedem 4–6 °C, mas um método tradicional complexo mostra seu melhor entre 8 e 10 °C.

“A colher na garrafa preserva as borbulhas.”

Mito — testado e refutado repetidamente. O que preserva o gás é tampa hermética própria para espumante e geladeira.

“Somente produtos franceses podem ter alta qualidade.”

Mito. Champagne é referência histórica, mas espumantes brasileiros acumulam reconhecimento internacional em concursos e conquistaram, em 2022, uma Denominação de Origem exclusiva para espumantes — a Altos de Pinto Bandeira (capítulo 8). Qualidade não tem passaporte.

“Brut significa totalmente sem açúcar.”

Mito. O Brut brasileiro pode ter de 8,1 a 15 g/L de açúcar — pouco perceptível, mas presente. Totalmente seco é o Nature (até 3 g/L).

“Rosé é necessariamente doce.”

Mito. A cor vem das cascas de uvas tintas, não do açúcar. Há rosés Nature, Extra Brut e Brut — tão secos quanto qualquer branco.

“Moscatel serve apenas para sobremesas.”

Mito. É o rei da sobremesa, sim, mas também acompanha queijos azuis, pratos apimentados, brunches e tardes de calor — e muita gente o aprecia puro, como a taça de boas-vindas.

“Prosecco é o nome de qualquer espumante leve.”

Mito. Prosecco designa, na Itália, uma denominação de origem; no Brasil, historicamente, espumantes da uva Glera. Não é sinônimo genérico de “espumante levinho” (seção 5.7).